
Se aprendi uma coisa na vida, é parar de ligar para o que as pessoas acham de determinado assunto.
Achei a final de ontem - apesar de emocionante, antes que me crucifiquem de vez - um dos piores jogos de finais de Libertadores que já vi. A começar pelo juiz, que deveria ser banido para sempre dos estádios.
Duas coisas deram dó: o menino chorando por causa do ingresso falso pouco antes do início do jogo foi a pior. Fazer uma criança chorar daquela forma por um motivo tão absurdo é de fazer o culpado arder no mármore do inferno, como diziam na TV. Já era o prenúncio do que aconteceria ali no Maracanã. A outra foi ver o Fluminense nadar, nadar, nadar, tirar todo mundo, e morrer na praia. Mas como mostrou o Bom Dia Brasil de ontem pela manhã, o clima no treino no dia anterior ao jogo - mais conhecido como anteontem - foi de euforia demais, confiança demais, "já ganhou" demais.
Fato que transpareceu em um queridíssimo amigo jornalista do Rio, que esteve em São Paulo ontem pela manhã. Encontrei com ele em um evento que a Warner promoveu para Clone Wars, animação de Guerra nas Estrelas, sobre o qual, por causa de um embargo à imprensa, só posso falar em agosto. Mas meu amigo estava lá, de camiseta do Yoda e a do Flu, que exibiu a quem quisesse ver na sala de projeção. Falei pra ele "isso, vai comemorando antes da hora..." E ele baixou rapidinho falando "opa, não é comemoração, é só torcida".
E deu no que deu.
Lição-Chavão 1: Libertadores é para poucos.
Lição-Chavão 2: Jogo só acaba quando termina e se o juiz for mais catimbeiro que o Valdir Perez, é melhor reclamar enquanto há tempo. Eu se fosse o Thiago Neves, teria socado o árbitro quando mandou voltar o penalti dele. Ou pelo menos reclamado um mínimo.
Lição-Chavão 3: Árbitro argentino não pode ser escalado em uma final na qual esteja o Brasil.
Moral da História: Como disse lá no começo... A pior final que já vi. Repito: emocionante, porém horrível.
C.Q.D.

Como previ alguns posts atrás (ficando boa nisso, heheh), deu España na Euro 2008.
Nada mais justo para um time que joga por música, assunto sobre o qual já tratei aqui. Que além de ter Casillas, Iniesta, Fernando Ramos e Marcos Senna (aliás, o sobrenome Senna da Silva - "Não somos parentes!" - tem mágica no esporte brasileiro, que coisa !!!), tem um verdadeiro esquema de jogo funcional, que consegue escapar de marcação adiantada, que não erra passes e que mesmo sob pressão, dá show.
E que quando chega ao ataque, arrebenta. Confunde os marcadores, dá baile no meio de campo. Confesso que ao tentar assistir a qualquer partida depois da final da Euro, troquei de canal.
Cruzeiro x São Paulo, o clássico da rodada, foi o melhor jogo da rodada, e já a rodada mostrou exatamente do que se alimenta nosso futebol: jogadas truncadas, erros de passes, gols oportunistas de bate-rebate e de pênalti.
Vide o Gre-Nal, deu sono. Salvando em SPFC x Cruzeiro, claro, os dois gols do jogo - golaço de Borges! - e as atuações dos dois goleiros, que mantiveram o placar na igualdade, o resto foi triste.
Viva España e viva o verdadeiro futebol de seleção. Que sirva de exemplo para as Olimpíadas, o Dunga e o Tricolor, que ainda sonho em ver jogando desta forma.

Há alguns meses, tive a honra de ser chamada para ser jurada de um dos grandes festivais de cinema do Brasil. Já imaginando a maravilha que seria fazer parte de um processo que adoro, o de ver filmes em seus mínimos detalhes, se a luz está boa, se o roteiro é coeso, os atores, a direção, a música.
E não me deixaram ir.
Porque primeiro eu tinha obrigações a cumprir onde trabalho, e dar este pequeno passo rumo a, quem sabe um dia, ser votante do Oscar® - coisa que o Walter Salles conseguiu ontem, inclusive – parecia pouco nobre para meu empregador, que preferia me ver sentada à frente da máquina esperando a banda passar do que abrir mão por alguns dias da minha presença física em prol de um bem maior, que poderia até render frutos à empresa.
Frustrante? Totalmente.
Esperado? Sim.
O mundo de hoje, infelizmente, é imediatista. E governado pela relação patrões x empregados, fonte do estresse de muita gente que explode de raiva com essas situações.
Pelo mesmo sentimento devem ter (quase) passado Alex Silva e Hernanes. Muricy estava certo em querer que eles ficassem. Mas não se pode tirar a alegria e o orgulho para um jogador que é vestir a camisa da seleção brasileira. Eles foram, e com justiça. Da mesma forma que eu teria ido. A sorte foi que ganhamos aqui, no final das contas deu tudo certo. Era esperado que o São Paulo vetasse a ida dos dois, mas algum bom senso falou alto.
Felizmente ainda existem patrões com cabeça neste mundo. E você, teria feito o que no lugar da diretoria?
Até que não me saí tão mal assim nas previsões!

Casillas é realmente incrível. Fez jus ao melhor desempenho da Espanha na partida de ontem e pegou 2 pênaltis dos pés dos italianos.
E Buffon não merecia depois daquele quase-frango histórico!
A Fúria pega agora a Rússia - essa sim, queimou minha língua com requintes de crueldade.
Adoraria uma final Turquia x Espanha, desde sempre a seleção para quem mais torço na Europa. Mas como o jogo contra a Holanda mostrou, tudo - mesmo! - pode acontecer.

O bordão é horrível, mas quando o São Paulo ganha no sábado, domingo é dia de Massa. E não deu outra.
Primeiro líder brasileiro da F1 desde Senna em 93. Dá gosto de novo acordar aos domingos pra ver F1, de preferência acompanhando em real time os tempos no site oficial (sim, adoro e é coisa de família!).
Quanto aos demais resultados, nenhuma surpresa absurda, tirando o Inter do meu amigo Duda, que tomou notório chocolate ontem, causando a alegria dos demais habitantes da Doutor Seng, que dividem-se em são-paulinos, palmeirenses e gremistas, todos felizes com seus resultados e mais este alheio.
Que junto ao maravilhoso tinto Syrah nos levou ao Bourbon para ver Agente 86.
Sala de cinema muito boa e o filme, engraçado demais!
Confesso que fui com os 2 pés atrás, e a surpresa - e as risadas também.
Aproveito o ensejo para agradecer a sempre incrível companhia cinematográfica do novo gaitista (desculpem, piadinha interna) - que além de ser uma pessoa maravilhosa, me dá toda a calda de chocolate do sundae do McDonald's. ![]()
Como são boas as coisas simples.
Uma homenagem, ainda que tardia... Merecidíssima.

Graças a Deus temos a Mangueira
Graças a Deus ela teve Jamelão!
Graças a Deus o vi, com seu vozeirão maravilhoso, no Bar Brahma, aos 94 anos de idade!
Cantando em verso, prosa e amor à Verde e Rosa:
Mangueira teu cenário é uma beleza Que a natureza criou, ô...ô... O morro com teus barracões de zinco, Quando amanhece, que esplendor, Todo o mundo te conhece ao longe, Pelo som de teus tamborins E o rufar do seu tambor, Chegou, ô... ô... A mangueira chegou, ô... ô... Mangueira, teu passado de glória, Está gravado na história, É verde-rosa a cor da tua bandeira, Pra mostrar a essa gente, Que o samba é lá em Mangueira !

Como o futebol é uma caixinha de surpresas (afff, chavão do inferno...) e estou na correria do meu fechamento, pelo menos farei algumas previsões para o que virá por aí.
- Euro: Dá Holanda. Mesmo com Alemanha no páreo e a Espanha indo pra cima também. Hoje tem jogão, Turquia x Croácia, que vai ser um belo embate.
- (Felipão é f**** mesmo, primeiro a dirigir o futebol inglês, lugar de onde veio isso tudo!!!!)
- F1: Dá Massa, se depender da Ferrari não arrumar mais nenhuma pataquada nos boxes
- Brasileirão: Mesmo sem Hernanes, acho que passa pelo Sport, magrinho, mas passa.
E tem despedida para o Imperador amanhã!
Já o Flamengo, após a discussão que quebrou a calma da galera na Gávea, vai pegar um Ipatinga que não tem nada a perder, lá na casa deles. Pedrada para o Cruzeiro, mas em casa ganha, e o Botafogo da Fran e da Fê Fróes (rsrsrsr) deve ganhar também. Os demais, torço pelo empate, heehehe.
Bom fim-de-semana!

Um desabafo: não entendo como algumas (muitas) pessoas não gostam do novo filme de Indiana Jones. Ontem durante uma conversa com amigos que gostaram (graças a Deus amigos servem pra isso também) analisamos a franquia e o filme, para tentar entender o que acontece.
As pessoas falam: “Ah, mas não é possível aquilo acontecer, aquela cena X é impossível não existe na vida real, é ridícula aquela outra cena Y”.
GENTE, É CINEMA! Coisa que foi feita para você esquecer dos problemas e passar duas horas distraído com o que acontece na tela! Para mim, só a seqüência de abertura já é um primor que vale o filme! Detalhe: pesquisando com a maioria dos que reclamam, ninguém entendeu aquilo. O lugar onde tudo se passa, a grande chave da história – que Steven Spielberg primeiro dá a entender e depois joga em nossas caras no final da seqüência, é fenomenal.
Outra reclamação ‘mala’: “Ah, mas o filme é um monte de referências aos filmes deles mesmos”.
GENTE, SÃO SPIELBERG E LUCAS!!!!! Se alguém tem o direito de se divertir e homenagear a eles mesmos ou a quem quiserem, são eles! Spielberg já rendeu aos cinemas durante toda sua vida US$ 3,7 bilhões de dólares, e Lucas US$ 3,2 bilhões. Eles estão ficando velhinhos, deixa os velhinhos se divertirem! Eles já nos deram tanta coisa boa, o que custa entrar na idéia deles?
Vi Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal como um filme-testamento, como se eles dissessem “Aqui está uma síntese de nossa obra, dentro da história de um personagem que entrou para a história do cinema”.
E assim, entre lembranças e risadas, concluímos que:
1) Indiana Jones é demais, seja possível, impossível ou mesmo se um dia os malucos pirarem de vez e decidirem fazer Harrison Ford aos 80 anos protagonizar um embate Han Solo x Indiana Jones.
2) As pessoas hoje em dia estão ficando mal-acostumadas a quererem tudo customizado, do jeitinho delas, senão elas choram. E estão estressadas, muito estressadas. Hoje até final de novela muda de acordo com a preferência das pessoas.
3) Que chatice! ![]()

Por Música
Estava eu pensando cá com meus botões: o que falta no Tricolor?
Analisando o elenco posição a posição, deficiências existem, mas nada que justificasse desespero, pânico, guerra, tumulto.
Daí peguei alguns vídeos antigos, de jogos de finais vencidas pelo São Paulo, e constatei que, o que falta para o time de hoje é uma coisa só:
Química.
Aquela mesma, que faz com que você veja uma pessoa que nem é tão bonita assim, mas se apaixone por ela. Que faz com que o seu santo bata instantaneamente com o de uma pessoa que acabou de conhecer e ela se torna sua grande amiga. A que faz os grandes músicos da História não precisarem ensaiar, e saberem para onde vai a melodia apenas por puro instinto. A que os dançarinos têm, de saberem se giram ou deslizam sem falar um com o outro.
Aquilo que tinham Dario e Oscar, Raí e Leonardo, Careca e Muller, Amoroso e Luisão, que comandavam times que assim jogavam. Do goleiro pra zaga, dois toques até o ataque, toquinho pra trás. Abre. Bate. Gol.
Se pontaria é bom ter, é melhor ter química, jogar por música. Longe de querer ser metida à técnica, de coração, sabem o que eu faria? Um grande treino de reflexo. Cursos de teatro oferecem a modalidade, que consiste em andar no escuro, saber perceber a proximidade do adversário, se chocar com ele e não se machucar, desviar de obstáculos. Andar leve, de modo que o seu peso vire o máximo de impulso. Conseguir juntar energias para sair de um estado de repouso completo para atenção completa.
E juntar nesse pacote um grande banho de sal grosso com manjericão, porque, convenhamos, o que tem de torcedor adversário secando o São Paulo, nunca vi.
Não acho maluquice, não...
Quer ver um exemplo? Acesse um vídeo que gravei no Morumbi, no jogo Masters 92 x Masters 93, e olha que jogada absurda. Quase o time todo participa dela. E o final foi um presente para o saudoso são-paulino, que merece sempre ver estes momentos históricos. Esse é o link:
http://www.youtube.com/watch?v=F_c9tlG4DCA
E (vamos precisar...), boa sorte nesse Brasileiro!
Hoje na final do American Idol, que passa com atraso (suspiro) no Brasil, o elenco do filme Tropic Thunder, sobre o qual falei em post antigo, faz uma apresentação especial cantando com Gladys Knight.
O vídeo está aqui:
E eu adorei o vencedor! ![]()
Dormir, eu dormi. Mas acordei com aquele "é hoje". E que vem com um baita aperitivo.
Hoje temos duas finais, uma que dará uma taça e outra que virtualmente credencia quem passar para uma sonhada final. De novo.
Chelsea x Manchester e São Paulo x Fluminense vão protagonizar dois duelos incríveis, daqueles de arregalar os olhos. No primeiro, confesso que mesmo com a fase irreparável de Cristiano Ronaldo, tendo a dar uma pequena torcida pelo Chelsea. Adoro ver o Drogba jogar, desde a última Copa - mas o time dele teve uma perda gigante, o lateral Ashley Cole, que torceu o tornozelo. E o trio Rooney-C.Ronaldo-Tevez é triste de ser parado. Que jogão! 15:45 horário de Brasília.
Didier Drogba faz o que mais sabe: comemorar gol
E nunca é demais lembrar que o vencedor desse jogo vai disputar o Mundial no Japão.
Que muito provavelmente, salvo zebra, enfrentará lá em Tókio o campeão da Libertadores.
Confio na experiência do São Paulo para segurar o resultado e ainda encontrar um gol que sela a ida às semis.
Só que o SPFC tem que fazer é marcar, como nunca na vida. Como na final do mundial em 2005, quando o favorito Liverpool caiu na marcação tricolor e na falta de pontaria - e no olho clínico do bandeira!
Quero ver passar por aqui!
Interessa é lembrar que quem ganhar hoje os confrontos na Libertadores fica a cinco jogos de pegar o vencedor inglês na final do Mundial.
Cinco jogos!
Ai, meu coraçãozinho...
Bom feriado para todos, volto na segunda à tarde contando como foram as sessões de Indiana Jones e Sex and the City - O Filme!
Semana passada foi lá pro céu um cara sensacional, de ótimo humor, piadas, musicalidade, e um senhor guitarrista.
Wander Taffo foi também o produtor da Sintax, banda na qual eu cantava junto aos amigos Paulo Del Picchia, Dani Perrone, Gustavo Ferraz e Giampaolo Gentile. Passamos semanas ótimas - tanto na estrada, abrindo os shows do Rádio Táxi, que era sempre demais - ou gravando lá nos estúdios do Marcelo Souss em Aldeia da Serra, sempre trocando idéias sobre música, guitarra, artistas novos que apareciam na mídia.
Foi ele, por exemplo, quem me apresentou Dionne Farris e a fantástica 'I Know'.
E aproveitando o ensejo, lembrei aqui de mais um filme 'esquecido', que eu cansei de comentar com o Wander e que sei que ele adorava: A Encruzilhada.

Ralph Macchio tentando salvar sua alma frente ao diabo e seu enviado, ninguém menos que Steve Vai, que fez a sua parte e dublou a do então Karatê Kid, em um papel inesquecível para quem gosta de guitarra. Willie Brown (Joe Seneca), um idoso intérprete de blues, é libertado de um hospital penitenciário por um jovem e ambicioso guitarrista. Eugene Martone (Ralph Macchio), com a promessa de levá-lo a uma determinada encruzilhada no Mississipi. Lá, diz a lenda dos bluesmen, é o lugar onde os músicos encontram o diabo, vendendo a alma a troco da glória e fortuna. O objetivo de Eugene e Willie é achar uma canção perdida do legendário Robert Johnson, cujas composições e habilidades no violão e na gaita fizeram dele o rei do Blues.
Cansei de ver essa cena com o Wander. E assim, fica aqui meu tributo a um
cara sensacional. Que foi virar estrelinha no céu muito cedo.
Para ouvir a qualquer momento, o provável vencedor do American Idol, David Cook, cantando a versão de Billie Jean com arranjo do Chris Cornell.
É bom demais...
E como queria... ![]()

O Derrière de Maradona


A colunista adverte: está ansiosa.
(Valeu torcida, por ter enchido nosso estádio. Viram como vale a pena?)
E para dar uma respirada, vou deixar o Tricolor um pouco de lado por um minutinho e comentar sobre as jogadas dessa semana, na qual começou o Campeonato Brasileiro. Teve passe de letra, tabela de atacantes, golaços de bate-pronto de fora da área.
Mas nada me deixou mais intrigada do que a matada de bola do Maradona, ontem na Itália.
Não viu?
Ontem, dois dos maiores jogadores que já vi em atividade jogaram um amistoso beneficente.
Zico e Maradona.
Os dois nomes dispensam qualquer explicação que eu possa dar sobre como foi a partida. Os dois nunca haviam atuado juntos, mas foram adversários várias vezes – quando jogavam, respectivamente pela Udinese e Nápoli – e aceitaram convite do meia
A arrecadação foi revertida a um projeto para a criação de uma zona verde em Roma, uma das cidades mais poluídas do mundo.
Se você é jovem e nunca viu nada sobre os dois, procure. Para quem gosta de futebol, não dá para ignorar a importância dos dois para seus clubes e seleções. E o jogo de ontem mostrou isso. Zico fez uma jogada magistral que gerou o gol de seu time. Maradona fez o seu de pênalti, mas certa hora protagonizou uma coisa que eu, sinceramente, nunca tinha visto: matou a bola de costas, quase sentando nela.
Pois é. Quem já teve a mão de Deus a seu favor, tem também todo o resto. O estádio riu, os locutores também, os espectadores se deleitaram. Maradona pode ser argentino, maluco, gordo. Só que é um jogador-espetáculo, que tem todo o talento do mundo e que mesmo depois de tudo o que passou, consegue dar show.
De Zico nem falo nada, porque se tenho alguma simpatia por um jogador que não atuou pelo São Paulo, esse é o cara. E vê-lo jogar de novo, após tanto tempo comandando times, foi realmente demais.
Espero ter conseguido desviar seus pensamentos um pouquinho, feito você ir lá ao YouTube procurar tudo e achar outras coisa com que se distrair. E aliviado por aqueles cinco minutinhos que falei lá em cima, a tensão do jogo de amanhã.
Tarefinha complicada essa de esperar até amanhã... ![]()
Este foi nosso Dia das Mães.
(Em imagens, porque a parte criativa do cérebro está comprometida tendo que auxilliar no processo dos alimentos).






E viva minha mãe, que ama o Frangó! ![]()
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