Dormir, eu dormi. Mas acordei com aquele "é hoje". E que vem com um baita aperitivo.
Hoje temos duas finais, uma que dará uma taça e outra que virtualmente credencia quem passar para uma sonhada final. De novo.
Chelsea x Manchester e São Paulo x Fluminense vão protagonizar dois duelos incríveis, daqueles de arregalar os olhos. No primeiro, confesso que mesmo com a fase irreparável de Cristiano Ronaldo, tendo a dar uma pequena torcida pelo Chelsea. Adoro ver o Drogba jogar, desde a última Copa - mas o time dele teve uma perda gigante, o lateral Ashley Cole, que torceu o tornozelo. E o trio Rooney-C.Ronaldo-Tevez é triste de ser parado. Que jogão! 15:45 horário de Brasília.
Didier Drogba faz o que mais sabe: comemorar gol
E nunca é demais lembrar que o vencedor desse jogo vai disputar o Mundial no Japão.
Que muito provavelmente, salvo zebra, enfrentará lá em Tókio o campeão da Libertadores.
Confio na experiência do São Paulo para segurar o resultado e ainda encontrar um gol que sela a ida às semis.
Só que o SPFC tem que fazer é marcar, como nunca na vida. Como na final do mundial em 2005, quando o favorito Liverpool caiu na marcação tricolor e na falta de pontaria - e no olho clínico do bandeira!
Quero ver passar por aqui!
Interessa é lembrar que quem ganhar hoje os confrontos na Libertadores fica a cinco jogos de pegar o vencedor inglês na final do Mundial.
Cinco jogos!
Ai, meu coraçãozinho...
Bom feriado para todos, volto na segunda à tarde contando como foram as sessões de Indiana Jones e Sex and the City - O Filme!
Semana passada foi lá pro céu um cara sensacional, de ótimo humor, piadas, musicalidade, e um senhor guitarrista.
Wander Taffo foi também o produtor da Sintax, banda na qual eu cantava junto aos amigos Paulo Del Picchia, Dani Perrone, Gustavo Ferraz e Giampaolo Gentile. Passamos semanas ótimas - tanto na estrada, abrindo os shows do Rádio Táxi, que era sempre demais - ou gravando lá nos estúdios do Marcelo Souss em Aldeia da Serra, sempre trocando idéias sobre música, guitarra, artistas novos que apareciam na mídia.
Foi ele, por exemplo, quem me apresentou Dionne Farris e a fantástica 'I Know'.
E aproveitando o ensejo, lembrei aqui de mais um filme 'esquecido', que eu cansei de comentar com o Wander e que sei que ele adorava: A Encruzilhada.

Ralph Macchio tentando salvar sua alma frente ao diabo e seu enviado, ninguém menos que Steve Vai, que fez a sua parte e dublou a do então Karatê Kid, em um papel inesquecível para quem gosta de guitarra. Willie Brown (Joe Seneca), um idoso intérprete de blues, é libertado de um hospital penitenciário por um jovem e ambicioso guitarrista. Eugene Martone (Ralph Macchio), com a promessa de levá-lo a uma determinada encruzilhada no Mississipi. Lá, diz a lenda dos bluesmen, é o lugar onde os músicos encontram o diabo, vendendo a alma a troco da glória e fortuna. O objetivo de Eugene e Willie é achar uma canção perdida do legendário Robert Johnson, cujas composições e habilidades no violão e na gaita fizeram dele o rei do Blues.
Cansei de ver essa cena com o Wander. E assim, fica aqui meu tributo a um
cara sensacional. Que foi virar estrelinha no céu muito cedo.
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