Futebol

 
 

Aqui não!!!

 

Hoje o São Paulo jogou. 

Hoje o Muricy não inventou.

E assim é que se faz para neutralizar o Cruzeiro e qualquer time que vier ao Morumbi. Se jogar sério assim, dá.

Estou falando isso há 2 meses. Sem inventar, dá. E hoje deu. Foi lindo. 3 gols dos 3 atacantes, chapéu do Marlos antes do gol, Kléber neutralizado. 

Assim, e só assim, o São Paulo será campeão. 

Sem invenções.

Gostei demais.

 

 
 

UEFA

 

 

 

E amanhã, para ver Barcelona x Manchester, não é que a minha irmã ganhou a promoção da Heineken para ver de graça em um bar e com táxi levando e buscando?

E o bar é o The Joy, hahahahhahahah! 

Assim, Pri, Sô e eu (e Bonazzi & Friends) vamos lá amanhã assistir e ver se sobram garrafinhas pra nós, que afinal, estamos na foto vencedora.

Boa, Bi! 

 

 

 

 
 

Assistindo aos jogos desta rodada e lembrando - ao ver o pênalti que o Chicão perdeeeeeeeu de forma surreal - de quantas jogadas esquisitas têm acontecido ultimamente.

1) Este pênalti de agora: bola na trave, cruza acompanhando a linha do gol retinha até a outra trave e de lá para o pé do zagueiro.

2) Gol do Dagoberto de costela esquerda.

3) Os vôos para dentro do gol de Rogério Ceni - que culminaram com a pisada no buraco.

4) Felipe, ao dar uma cortada pra dentro do gol contra o Palmeiras.

Mais alguma?

 
 

 

Contra tudo, contra todos.

Todo ano é assim.

O cargo de mais cornetado, odiado, temido e respeitado é Tricolor.

Esse ano, caiu no colo. Ninguém acreditava. Mas time de chegada é isso... Quando menos se espera, lá está ele.

Não tenho muito o que dizer. Apenas PARABÉNS TRICOLOR DO MORUMBI!

A emoção é única. (E o Flamengo é Penta! Piscadela)

    MARIA FERNANDA BEZERRA DE MENEZES  

                                 

 

Coluna ET

Da Série “Ainda Terei um Treco”.

Globo.com

Fui para Belo Horizonte ter o imenso prazer de presenciar um showzaço dos meus amigos da banda Código B, que estão bombando em Minas – e logo menos, no resto do país.

Apesar do Código B ser predominantemente de São Paulo, Bauxita, o vocalista, é mineiro e cruzeirense e comenta futebol todos os dias na TV Alterosa como representante da torcida raposa.

Assim, ao terminar o (fantástico) show deles no festival Pop Rock Brasil, que precedeu o Maroon 5, eu juro que tinha por um momento abstraído do resultado de São Paulo x Portuguesa. Todos os amigos que foram estavam felizes, pois em meio a bandas de sucesso do gênero, o show deles foi, de longe, o melhor.

Daí... Imagine Bauxita agradecendo ao público e, em contrapartida, 10.000 pessoas gritam “Lííí-deeeer” para ele.

Meu coração gelou.

Não era possível.

Que as minhas orações, a promessa que eu fiz em 2005 – que funciona até hoje – teriam ido por água abaixo. Não, aquele canto não teria razão de ser.

Corro para o celular, alguma mensagem deveria haver. E estava lá: “Pelo amor de Deus, me diz quanto foi o jogo, estou na rua”.

NÃÃÃO! O único SMS perguntava quanto foi!

Saí correndo para perguntar, ninguém sabia ao certo. “2x2”, diziam. E só depois, muito depois, o próprio Bauxita veio com a notícia. “Aê, seu time ganhou de 3x2 no finalzinho”.

Então, querido Tricolor: a minha promessa ainda vale, as rezas deram certo, e se Deus quiser e jogarmos bem, seremos campeões.

Só, por favor, não comemorem antes. A pior amargura é a anunciada.

Vai São Paulo!

PS: Fantástico o Muricy rindo dele mesmo ontem no Bem Amigos, do SporTV.

Esse é o espírito.

 

*****Este post é um agradecimento ao casal querido Bauxita e Érika, que para variar, foram anfitriões magníficos. (Nem por isso vou torcer pra Cruzeiro nenhum, hehe)*****

Coluna Estação Tricolor

Frases

Vipcomm

 

Uma boa coisa da última rodada foi podermos conviver novamente com chavões, frases feitas e outras expressões que são nossas velhas conhecidas.

Escolha a sua e continue lotando o Morumbi!

 

         - Eu já sabia!

         - Eu sempre acreditei...

         - Demorou, mas chegou.

         - Deixaram chegar... Agora segura!

         - De volta ao lugar do qual jamais deveria ter saído.

         - Líder, finalmente...

         - Só depende de nós!

         - Só faltam 5!

         - (Só faltava... Miranda na seleção, a esta altura do campeonato. Deixa acabar o Brasileiro, Dunga!)

         - Rumo ao Hexa!

         - (Só 10.000 ingressos para o Canindé?!?!?)

         - Vai lá, vai lá, vai lá, vai lá de coração...

         - Todas as anteriores.

 

E esta coluna jamais poderia deixar de homenagear Felipe Massa e o show de pilotagem em Interlagos. O grito de campeão está bem guardado e com destino certo na temporada que vem. Valeu Felipe!  

 

 

 

 

Coluna ET de Hoje

 

(Não encontrei urubu frito...)

Maratona

 

Acompanhar o Tricolor em meio à maratona que é a Mostra de Cinema de São Paulo, logo após 20 dias no Festival de Cinema do Rio, confesso, é uma dureza.

Lá em terras cariocas, foi tarefa árdua encontrar rapidamente, entre uma sala de cinema e outra, algum lugar que passasse o jogo. “O Rio não é São Paulo”, ouvia a cada 10 minutos, e realmente não é. Lá é Flamengo. E um pouquinho dos outros.

Então, fui ver qual é a do Flamengo (e por que diabos eu não conseguia achar um PPV decente em um bar. Claro que me lembrei da galera Tricolor que se reúne lá, mas àquela altura não tinha Orkut que me salvasse, e uma tempestade se armava no céu, o que me impedia de ter tempo).

E quando fui ver ‘qual era a do Flamengo’, quase caí pra trás. Sempre que disserem “a torcida dos caras é f****”, acredite. É mesmo. Nunca vi nada parecido.

Só que como boa são-paulina, dei sorte. E o Galo ciscou naquele terreiro alheio.

Mas ainda assim, se os caras precisam do apoio da torcida deles no Maracanã, eles têm. E acho que deveríamos fazer o mesmo, já que acredito piamente que há uma chance – e bastante real – de sermos Hexa.

Daí sim, poderemos dizer aos rubro-negros que eles são, sem sombra de dúvida, o único Penta.

Até o fim, direi:

Eu Acredito.

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Coluna Estação Tricolor

 

Ainda Dá

 

Faltam poucas rodadas e ainda dá.

Se não for para ser campeão, dá para jogar a Libertadores 2009.

Basta fazer só um pouquinho mais do que houve no domingo passado, quando passamos por cima da dita “invasão” rubro-negra, da torcida que é a maior do Brasil e de um time embalado, mas que – mais uma vez – entrou em campo com o clima de ‘já ganhou’.

E isso, graças a Deus, o São Paulo não perdoa. Mas não pode ser assim só em jogos decisivos, não. Vai ter que ser assim contra os adversários diretos, o Sport, o Ipatinga... Quem mais vier.

Não é tão difícil, basta querer.

E se todo mundo quiser, vou até além.

Dá para ser Tricampeão.

Eu acredito.

Coluna Estação Tricolor

Tecnicamente

Neste grande jogo de xadrez que é o futebol, estamos em xeque.


Eu sei, cornetei já muito o Muricy. Mas com o tempo também dei o braço a torcer frente ao fato de que técnico é uma parte do time.


Não adianta o técnico treinar e o jogador mandar a bola para fora na cara do gol (dois ótimos exemplos, aliás, puderam confirmar isso no jogo Brasil x Chile do último domingo).
Claro que há muitas coisas com as quais não concordo. A falta de algumas jogadas ensaiadas é do que mais sinto falta.
E a constância dos jogadores desfalcando a equipe vem abalando as escalações tricolores. Estava lendo que a diretoria deve, desde já, pensar o time do ano que vem. É a coisa mais certa a se fazer. Pena que, como simples torcedores, podemos apenas cobrar esta atitude. Mas nós também só fazemos isso nas rodas de amigos, dizemos "a diretoria TEM que fazer isso ou aquilo", mas jamais vi qualquer protesto são-paulino nos últimos tempos. Prova de que confiamos no clube e no time. Ponto para o Tricolor.

Muricy disse que o Grêmio está onde está porque o elenco tem peças de reposição e perdeu apenas um jogador. Os gremistas não são convocados para a seleção, outra vantagem.

Ironicamente, para o São Paulo, estar sempre em evidência, lançar jogadores incríveis e ser o atual bi-campeão brasileiro, é ser o seu próprio algoz.

E falando em times do Sul, olha aí o Inter se planejando. Pensa que eles são bobinhos? Não são não.
Querem levar o Muricy para lá de volta.

E nós, ficamos com...

Com...

Com quem?
É bom pensar nisso, e rápido, antes que o xeque-mate venha com os ventos frios do Sul.
 
Esta coluna de hoje é dedicada a meu pai, Paulo Marcio Bezerra de Menezes, que virou, muito cedo, uma linda estrelinha lá no céu.
E que, com certeza, vai ajudar a dar uma forcinha para ganharmos do Flamengo domingo.
Te amo, pai.

Morumbi 2014

 

Vocês não sei, mas eu gosto do Kassab. Principalmente depois que ele anunciou publicamente (após ter dado a entender, na inauguração do Santo Paulo Bar), o apoio da Prefeitura de São Paulo ao Morumbi, como sede paulistana para a Copa de 2014.
 
Acho mais do que justo. O Morumbi vem merecendo, há tempos, uma melhor infra-estrutura. Precisa, principalmente, de transporte público e estacionamento. Estamos carecas de saber que o são-paulino torce o nariz para o fato de ter que pegar o carro, ir até o Morumbi, que é fora de mão para muita gente, não ter onde estacionar e contar com a sorte para que tudo esteja inteiro e no lugar no momento da volta para casa.
 
Ônibus então, nem se fala. É horrível ficar tanto na Francisco Morato (e andar até lá) como na Avenida Morumbi, com os pontos apinhados de gente e muitos motoristas passando reto com medo da baderna. O metrô, que já deveria estar pronto, será uma coisa extremamente útil para essa finalidade, mas que também tem de ser acompanhada por uma outra grande série de fatores, a cobertura do estádio, por exemplo.
 
Para você, quais seriam os pontos mais importantes desta melhoria, para as quais o prefeito Kassab disse ter certeza da colaboração do São Paulo FC?
 
As melhores idéias e as mais citadas virarão um documento da torcida, que farei questão de entregar aos dirigentes.
 
Pense sobre o assunto e inclua sua sugestão nos comentários desta coluna em http://cinefuteblog.zip.net
 
E vamos amanhã encher o Morumbi para apoiar a nossa garotada!

Coluna Estação Tricolor

Garotos
 
 
Hoje esta coluna entra um pouco mais tarde no ar, porque esperou o resultado entre Brasil x Argentina se definir.
 
(A Olimpíada realmente me tira o sono.)
 
E me faz pensar em como a garotada brasileira, apesar do placar, é sim, importantíssima.
 
Tirando a velha discussão Ronaldinho Gaúcho - que acusam de amarelar em decisões, ok, mas para mim continua sendo um extraterrestre entre o resto dos jogadores - acho que um campeonato olímpico conflita, e muito, com o que o futebol representa hoje no mundo. É o esporte nacional de muitos países, e dessa forma, alimenta o sonho da molecada de, um dia, balançar redes mundo afora e render milhões de euros na continha no fim do mês. O espírito olímpico não tem chance no mundo de empresários e clubes milionários.
 
Quando eu era criança (pronto, modo entregando a idade: ligado) os meninos que estudavam comigo jogavam bola, mas não existia esse mercado absurdo, este investimento para um olheiro levar um menino de 14 anos para a Europa. As primeiras transferências para a Itália estavam acontecendo... Lembro quando o Careca foi para o Nápoli, uma dor no coração de ver aquele tremendo craque indo embora do Tricolor, porque já havia feito tudo e mais um pouco pelo São Paulo.
 
Vendo hoje o Breno (e o Alex Silva e o Hernanes) em campo, me deu um baita aperto.
 
Hoje o jogador é levado do clube sem ainda ter tido tempo de pavimentar a sua estrada ao lado dele. O dinheiro fala muito alto e a culpa não é de um, é de todos.
Claro que a molecada vai sair cedo, ainda mais de um time como o São Paulo, que sabe o quanto os juniores valem para dar continuidade a um planejamento.
 
A questão é justamente essa: continuidade.
 
Para mim, os primeiros contratos deveriam excluir cláusulas de rescisão (não ria!). Seria ideal e até utópico, que meninos joguem um tempo mínimo por seus clubes, tenham a oportunidade de amá-lo, de lutar por ele, para aí sim, desbravar Itália, Rússia, Suécia, Holanda, Espanha, para terem a oportunidade de ter uma história, como tiveram Raí, Leonardo, Careca, Müller e tantos outros.
 
O placar do jogo do Brasil de hoje reflete muito isso, a falta de entrosamento na hora do 'vamos ver'. A falta de amor pela camisa verde-amarela, que fica para trás no sentido prático da coisa. Um sentimento que, pelo menos por enquanto, está sobrando nas seleções feminina de vôlei e de futebol, para mim essas sim, as sérias candidatas ao ouro.
 
E este amor também pode amadurecer no jogo do dia 27, com o Morumbi lotado para dar apoio aos nossos meninos. Vá ao estádio e torça por eles.
 
Quem sabe eles não ficam mais um pouquinho.
 

Santo Paulo Bar

São-paulinos, orgulhem-se!

Mais uma vez o seu clube saiu na frente.

O estádio do Morumbi ganhou um empreendimento à altura do maior clube do Brasil.

O bar!

Maior não é pelo tamanho, não. É pela qualidade do que se faz com um estádio do tamanho do Morumbi, que não lota seus jogos há muito tempo, e quando o faz, é porque estivemos em finais nos últimos anos.

Assim, o Morumbi tem uma nova fonte de receita, e melhor: de diversão para o torcedor Tricolor e também a todos os amantes do futebol.
O Santo Paulo Bar chegou para deixar almoços, jantares e happy-hours com um gostinho ainda melhor.

A visão que se tem do gramado é fantástica, de qualquer ponto no qual se sente:


As mesas imitam as de futebol de botão, propiciando até aquele famoso gol a gol com moedinhas enquanto não chega uma porção maravilhosa de batatinhas com alecrim. Mas se bater a vontade de bater uma bolinha, duas mesas de pebolim (Totó para os cariocas) estão à disposição em um cantinho da lateral esquerda do bar.


No outro lado, pela direita, está a sala VIP, com sofás e pufes, separados por uma porta envidraçada.

E no meio da estrutura toda, está o staff do bar, que fez festa para a gente na cozinha

(Em foto mais do que exclusiva desta blogueira xereta!), os garçons (que andam com a camisa 7), cumins (com a 5) e os dois maitres (com a 9), que terão a incumbência de tratar todos os clientes como se deve. E certamente o serviço será um diferencial.
Monitores com programação digital transmitem vídeos de todas as épocas do Tricolor. Nas escadas, placares históricos que deram títulos:

E por último, mas não menos importante, uma lojinha na frente, com produtos Coca-Cola (já que a FEMSA é um dos principais parceiros da empreitada) e também do São Paulo.


O bar abre de quarta a domingo, para almoço, jantar e happy-hour. Em dias de jogos, é preciso fazer reservas e comprar um pacote.

Que o São Paulo continue sempre assim, pensando não apenas em seus sócios, estrutura e marketing.
Mas pensando no futebol moderno, pelo qual tanto o clube tanto faz e tanto briga.

Coluna Estação Tricolor

Oração

Papai do Céu:

Já que voltamos a ser o que sempre deveríamos ter sido este ano;

Já que o capitão fez de falta e fez de pênalti;

Já que a zaga toma novamente contornos de parede intransponível;

Já que o meio está se mexendo como deveria;

Já que estamos confundindo a marcação do adversário novamente;

Já que estamos com um ataque motivado;

Com um atacante promissor;

Com um técnico que está no melhor momento de entender o time...

Será que rezando bastante conseguimos ficar assim até julho de 2009?

Amém.

Coluna ET de Hoje

Veto

 

Ouvi ainda ontem, entre dois amigos.

O primeiro: “Tomara que a seleção se dê mal nas Olimpíadas para que o Alex Silva e o Hernanes voltem logo”.

Daí o segundo: “Você tá louco? Depois fica reclamando que o Brasil é uma m***, roendo as unhas a cada jogo da seleção – que todo mundo insiste em dizer que não está nem aí. Quero ver começar pra ver se você não vai torcer”.

Silêncio...

Seguido de um “É, pode até ser”.

Penso da seguinte forma: muita gente, inclusive esta que vos escreve, se considera mais torcedor de seu time do que da seleção. Só que não dá também pra ficar torcendo tanto contra o Brasil. Tudo bem que a seleção brasileira virou um grande negócio, com interesses de marketing, imagem, empresários, publicidade. Mas os clubes, também não? Acho que a ausência de dois dos nossos grandes jogadores será benéfica para o São Paulo, que terá de suprir a necessidade com o que há disponível. Creio ser este um bom treinamento para quando os dois forem para a Europa, cedo ou tarde. E quanto mais o Brasil progredir, mais o Tricolor terá tempo de, na ausência deles, entrosar o time com seus substitutos.

E assim, vestirei minha amarelinha do primeiro ao último jogo do Brasil. (Com um dó tremendo no coração pelo Robinho, que chorou por não poder defender seu país, vetado pelo Real Madrid). Se para alguns isso é bobagem, ainda bem que para muita gente é sério.

Vai Brasil! Boa sorte Hernanes e Alex Silva! Espero de coração que o mundo veja o quanto nosso time é grande por ter vocês no elenco.

Ainda que torçam contra.

Coluna Estação Tricolor

 

On Demand

É bom escrever após uma vitória como a de domingo. Dá margem ao cérebro para não ficar martelando sobre o que deu errado. E quando isso não depende de você, é triste. Afinal, somos torcedores e nosso papel fora de campo é puramente retórico. A nós, cabe gritar, se esgoelar na arquibancada, rezar para que a bola adversária passe longe das traves, torcer para que a pontaria dos atacantes esteja calibrada. Nada disso na prática depende de nós. Na prática, veja bem. Pois na teoria somos todos técnicos, Muricys cheios de táticas, idéias, planilhas e esquemas. E isso é saudável e divertido.

 

Esta semana, foi lançado em São Paulo um serviço que permite que você e um grupo de amigos se mobilizem para que aconteça a sessão de cinema de um determinado filme, que já passou nos cinemas ou que ainda vai estrear. Achei a idéia tão bacana que no fim-de-semana tive um sonho com essa premissa.

 

Imagine se fosse possível pedir um jogo por demanda.

 

No meu, eu reeditei o Flamengo de 1987 – com Zico, Jorginho, Bebeto, Leonardo e Zinho – jogando contra o São Paulo de 1992. O estádio, claro, lotado de gente que adoraria ver o embate. E tudo organizado pelo meu maravilhoso software de unir pessoas pela mesma paixão. Se um tricolor quisesse alguma revanche contra a Porcada-Mor de Edmundo, Evair & Cia... Sem problemas, marca o jogo, os caras ainda estão (mais ou menos) aí. Renda teria e motivação também.

 

Se o futuro do cinema é por demanda, unindo os fãs de O Poderoso Chefão ou das animações da Pixar para uma sessão na telona, adoraria ver os apaixonados por futebol conseguirem voltar atrás de tempos que não mais voltariam, não fosse o futuro. E é justamente ele, em toda sua incongruência, que nos permite voltar ao que não vivemos.

 

Mesmo que em um simples VT do qual se acorda para a realidade.

 

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